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elboca enviou isso há 11 horas
Calendário e informações sobre as universidades de Medicina no brasil
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jogosonline enviou isso há 16 horas
Fundada em 2003, pelo Doutor José Janguiê Bezerra Diniz (dono da faculdade e Procurador do Ministério do Trabalho), iniciou com apenas três cursos, Direito, Comunicação Social e Administração. Sendo que atualmente
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betolou enviou isso há 21 horas
Blog destinado a ajudar os vestibulando tendo como conteudo noticias, simulados, provas para download, dicas para se dar bem na hora do vestibular, guia das profições e muito mais
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vilao enviou isso há 1 dia
bauruFOB convoca jovens para tratamento ortodônticoA Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP seleciona crianças e adolescentes para receber tratamento ortodôntico (aparelho dentário), em jovens na faixa etária de 10 a 14 anos de idade. Os interessados deverão comparecer na terça-feira (16), a partir das 8 horas, na clínica de Ortodontia da FOB, para realizar exame.Serão selecionados pacientes com dentes apinhados (tortos). Eles também devem possuir todos os dentes permanentes na boca, não ter perda dentária de dente permanente e má oclusão. Oclusão é o contato dos dentes de ambos os maxilares quando fechados, ou durante os movimentos da mandíbula.Com informações da Assessoria de Comunicação da Coordenadoria do Campus de Bauru Mais informações: (14) 3235-8385
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vilao enviou isso há 1 dia
MobilidadeProfessores visitantes aceleram internacionalização da Universidade Frequentemente, alunos de graduação e, principalmente, pós-graduação das diversas unidades da USP se deparam com novos rostos e línguas e à frente das salas de aula. Ou cursam uma disciplina com um professor substituto ou esperam a volta do titular, que está dando aulas e fazendo pesquisa em alguma universidade do exterior. Essa é a realidade proporcionada pelo intercâmbio acadêmico de docentes, que envolve muito mais trocas do que a de idiomas e sotaques.    Professores visitantes são aqueles que deixam o seu país por um período - em geral inferior a um semestre -  para ministrar cursos como convidados em disciplinas de universidades estrangeiras. Podem também participar de atividades mais gerais, como seminários, bem como colaborar em laboratórios ou núcleos de pesquisa locais.Para o professor Edson Luiz Riccio, presidente da Comissão de Cooperação Internacional (CCInt) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP – e que tem ido pelo menos três vezes por ano para universidades europeias oferecer disciplinas condensadas – este tipo de iniciativa traz ganhos a estudantes, professores, unidades, à USP como um todo e também ao país. “O aluno aqui no Brasil aprende a assistir e entender uma aula ministrada em outro idioma, geralmente inglês, além de conhecer pesquisas internacionais trazidas pelos docentes estrangeiros; o professor no exterior ganha em currículo e em relacionamentos com colegas que podem resultar em pesquisas conjuntas – o que também acontece quando o docente estrangeiro vem até aqui; a unidade e a USP se internacionalizam; e o país, com um professor visitante no exterior tem lá um representante com a oportunidade de passar uma imagem correta da nação. Há muita desinformação e estereótipos sobre o Brasil, como denotam algumas perguntas que escuto em sala de aula lá fora”, conta.O presidente da Comissão de Relações Internacionais (CRInt) da Escola Politécnica (Poli) da USP, professor Fernando Fonseca, atribui ao docente visitante outras funções importantes, entre elas a de “nucleador”, isto é, iniciador de áreas que ainda não estão desenvolvidas no país para onde ele vai, ou então de acelerador da consolidação do que já começou. De maneira semelhante, quando um professor permanece um tempo em outro país, traz expertises que podem ser aplicadas e desenvolvidas no seu centro de pesquisa de origem. Os docentes da FEA, unidade com o maior número de alunos intercambistas, segundo Edson Riccio, também vão com frequência para universidades de renome de França, Holanda, Bélgica, Suécia e Portugal, entre outros países com os quais a faculdade possui acordos.Na opinião de Riccio, apesar do crescente interesse, a USP ainda é um pouco “tímida” neste tipo de internacionalização, quando comparada a algumas universidades do exterior, que recebem de 40 a 50 professores por ano em cada escola. Mas há tendência de melhora – o que, para o professor, pode ser acentuado incentivando-se o intercâmbio estudantil. “A internacionalização precisa seguir um modelo que começa pela base. Quando um aluno vem do exterior para cá, por exemplo, ele age como um vetor de comunicação entre as instituições e os países, e inclusive desperta interesse dos professores pela vivência internacional”, comenta.As expectativas de melhora são compartilhadas com Fernando Fonseca. Ele cita como exemplo uma portaria da Reitoria, publicada no final do ano passado, que dá às comissões das unidades a prerrogativa firmar seus convênios – o procedimento antigo exigia a passagem pela comissão central da USP. Espera-se assim que as unidades diretamente envolvidas tenham mais condições e dados para avaliar as decisões, e que o processo seja mais ágil. Fonseca explica que a ida e vinda de professores ao/do exterior é uma prática corrente na Poli, mas isso ainda não é mapeado. “Conhecer este fluxo para organizar e sistematizar o processo é uma meta da CRInt para que possamos manter o que já funciona e estimular o que ainda está incipiente.”Os caminhos da mobilidadeDe acordo com o professor Edson Riccio, tudo começa com acordos feitos pelas unidades com universidades do exterior, e que sempre incluem intercâmbio de professores. O documento é padrão para todas as unidades da USP. A assinatura, entretanto, não basta. “A partir daí pode não acontecer nada. Para que aconteça, é preciso haver comunicação entre as duas instituições, e este é um dos trabalhos da CCInt”, esclarece.Ele explica que são três as maneiras mais comuns de um professor da USP ser enviado ao exterior. Primeiro, ele pode procurar a comissão (CCInt ou CRInt) da sua unidade e demonstrar este desejo. O órgão envia então correspondência para uma escola com a qual a unidade tem acordo, manifestando o interesse. Outra hipótese é a própria escola do exterior convidar o docente. Por último, a escola do exterior pode apenas comunicar à unidade que está abrindo oportunidades para parceiros. A comissão envia esta informação aos departamentos, e os professores interessados a procuram.Quando é a escola estrangeira que convida os docentes, em geral ela oferece um valor ao professor para cobrir suas despesas com transporte e/ou hospedagem – mas Riccio lembra que este pagamento não é regra nem obrigação. “Os professores que passam um período em universidades estrangeiras não fazem isto visando lucro financeiro, mas principalmente a experiência e a valorização de seus currículos”, ressalta. CrescimentoA partir do reconhecimento das vantagens trazidas pela mobilidade acadêmica, os programas que incentivam o intercâmbio de docentes têm crescido. O projeto europeu Erasmus Mundus, por exemplo, conhecido pelo intercâmbio estudantil, também tem procurado facilitar o intercâmbio de professores e pesquisadores. Por meio dele, Osvaldo Novais de Oliveira Junior, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP ministrou na Universidade de Aveiro, em Portugal, parte de uma disciplina obrigatória de mestrado que envolve universidades de quatro países (Portugal, França, Alemanha e Bélgica). “Participando do Erasmus Mundus pude me integrar a uma rede de pesquisadores multinacional e multidisciplinar de alto nível. Isso abre novos horizontes para mim, meus alunos e colaboradores brasileiros”, analisa Oliveira Junior.Com metas mais gerais, mas que incluem o intercâmbio docente, o projeto VertebrALCUE, financiado pela Comunidade Européia, quer acelerar a integração regional entre os sistemas de ensino superior da América Latina, fazendo também parte do processo de implementação de uma área comum entre América Latina, Caribe e União Européia chamada ALCUE.  Representantes das 32 universidades participantes se encontraram na Poli nos dias 10 e 11 para uma reunião preliminar. “Será criado um portal em várias línguas com informações sobre mobilidade de estudantes, pesquisadores e docentes, incluindo programas, financiamentos e a parte mais burocrática, para facilitar esses trâmites aos interessados”, conta Edison Spina, professor da Poli e coordenador da equipe integrante do projeto na USP. (Para mais informações sobre o VertebrALCUE, contate edison.spina@poli.usp.br)
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vilao enviou isso há 1 dia
administraçãoAntônio Carlos Hernandes é o novo diretor do IFSCO professor Antônio Carlos Hernandes é o novo diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, conforme designação ocorrida nesta sexta-feira (12), pelo Reitor da Universidade, João Grandino Rodas. O mandato é de quatro anos.Hernandes ficou em primeiro lugar na lista tríplice eleita pela unidade e era assessor de gestão da diretoria que, até o início de fevereiro, tinha no cargo o professor  Glaucius Oliva, hoje diretor de Programas Horizontais e Instrumentais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.  “Nossa principal meta é implementar um plano de gestão acadêmico-administrativa para o Instituto. É uma espécie de plano diretor que vai dizer à toda comunidade, de forma clara e objetiva, qual é a nossa principal missão e também, internamente, o que cada um pode contribuir para que o IFSC mantenha seu nível de excelência, seja na graduação, na pós-graduação, na pesquisa e na extensão”, explicou.Graduado em Física, Hernandes seguiu carreira na área, chegando ao título de livre-docente em 2001, pelo próprio IFSC. Desenvolve pesquisa em materiais dielétricos e propriedades dielétricas, com ênfase em: crescimento de cristais; fusão a laser; materiais nanoestruturados; processamento de materiais a laser; eletrocerâmica; cintiladores; vidros; vitro-cerâmicas e propriedades estruturais, elétricas e ópticas de materiais.O professor coordena ainda projetos de cooperação científica com a França, Espanha, Portugal e paises do Mercosul e foi um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Crescimento de Cristais.Mais informações:  (16) 3373-8810
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Site DESAFIO SEBRAE 2010 www.desafio.sebrae.com.brSite #SEEUFOSSECHEFE www.seeufossechefe.com.br@Agencia - Agência Mundo Universitário
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Site DESAFIO SEBRAE 2010 www.desafio.sebrae.com.brSite #SEEUFOSSECHEFE www.seeufossechefe.com.br@Agencia - Agência Mundo Universitário
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administraçãoHélio Nogueira da Cruz é nomeado vice-reitor da USPHélio Nogueira da Cruz é o novo vice-reitor da USP. A informação foi confirmada nessa sexta-feira (12) pela Secretaria de Ensino Superior e o decreto de nomeação do novo dirigente da Universidade, assinado pelo governador José Serra, deve ser publicado no sábado (13), no Diário Oficial do Estado. A eleição para a escolha do vice-reitor da Universidade foi realizada no dia 9. Cruz era o nome que encabeçava a lista tríplice encaminhada ao governador — ele recebeu 185 votos no primeiro escrutínio, obtendo mais da maioria absoluta dos votos do Colégio Eleitoral, formado por 323 eleitores.O novo vice-reitor da USP, que já ocupou esse cargo no período de 2002 a 2006, é professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Possui graduação, mestrado e doutorado em economia pela USP e pós-doutorado na mesma área pela Yale University. Foi contratado como professor na USP em 1973, no Departamento de Economia, do qual é professor titular desde 1989. Ministrou as disciplinas Economia da Tecnologia, Desenvolvimento Econômico, Macroeconomia e Desenvolvimento Econômico e Social na graduação e na pós-graduação. Orientou dissertações de mestrado, teses de doutorado, monografias de iniciação científica, inclusive uma premiada, em 2008, sobre patentes e desenvolvimento tecnológico. Pesquisa temas associados aos desdobramentos dos avanços científicos e tecnológicos sobre setor industrial brasileiro. Desde 2006, coordena estudo sobre políticas públicas que é parte de uma pesquisa sobre a internacionalização da economia brasileira e o papel das empresas brasileiras com investimentos no exterior. Nas últimas décadas tem se dedicado a estudar temas relacionados à educação superior e à gestão universitária.Na USP, sua carreira de administrador acadêmico começou como chefe do Departamento de Economia da FEA (1990-1992). Em seguida, foi diretor do Departamento Financeiro da Coordenadoria de Administração Geral (Codage), a qual coordenou por duas vezes, em 1991-1992 e em 1993-2001.Como vice-reitor, presidiu a Comissão Conjunta de Ampliação de Vagas e Cursos, a Comissão Permanente de Avaliação, que implementa a avaliação institucional da USP, e a Comissão de Claros Docentes, nas quais foram adotados critérios objetivos para atender às solicitações dos departamentos e cursos. Presidiu, ainda, a Comissão para Gestão da Qualidade e Produtividade e a Comissão de Implantação do Campus II de São Carlos.Foi presidente do Conselho Curador da Fuvest, conselheiro da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Participa do Conselho Curador da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) e da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Mais informações: (11) 3091-3220
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vilao enviou isso há 1 dia
administraçãoHélio Nogueira da Cruz é nomeado vice-reitor da USPHélio Nogueira da Cruz é o novo vice-reitor da USP. A informação foi confirmada nessa sexta-feira (12) pela Secretaria de Ensino Superior e o decreto de nomeação do novo dirigente da Universidade, assinado pelo governador José Serra, deve ser publicado no sábado (13), no Diário Oficial do Estado. A eleição para a escolha do vice-reitor da Universidade foi realizada no dia 9. Cruz era o nome que encabeçava a lista tríplice encaminhada ao governador — ele recebeu 185 votos no primeiro escrutínio, obtendo mais da maioria absoluta dos votos do Colégio Eleitoral, formado por 323 eleitores.O novo vice-reitor da USP, que já ocupou esse cargo no período de 2002 a 2006, é professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Possui graduação, mestrado e doutorado em economia pela USP e pós-doutorado na mesma área pela Yale University. Foi contratado como professor na USP em 1973, no Departamento de Economia, do qual é professor titular desde 1989. Ministrou as disciplinas Economia da Tecnologia, Desenvolvimento Econômico, Macroeconomia e Desenvolvimento Econômico e Social na graduação e na pós-graduação. Orientou dissertações de mestrado, teses de doutorado, monografias de iniciação científica, inclusive uma premiada, em 2008, sobre patentes e desenvolvimento tecnológico. Pesquisa temas associados aos desdobramentos dos avanços científicos e tecnológicos sobre setor industrial brasileiro. Desde 2006, coordena estudo sobre políticas públicas que é parte de uma pesquisa sobre a internacionalização da economia brasileira e o papel das empresas brasileiras com investimentos no exterior. Nas últimas décadas tem se dedicado a estudar temas relacionados à educação superior e à gestão universitária.Na USP, sua carreira de administrador acadêmico começou como chefe do Departamento de Economia da FEA (1990-1992). Em seguida, foi diretor do Departamento Financeiro da Coordenadoria de Administração Geral (Codage), a qual coordenou por duas vezes, em 1991-1992 e em 1993-2001.Como vice-reitor, presidiu a Comissão Conjunta de Ampliação de Vagas e Cursos, a Comissão Permanente de Avaliação, que implementa a avaliação institucional da USP, e a Comissão de Claros Docentes, nas quais foram adotados critérios objetivos para atender às solicitações dos departamentos e cursos. Presidiu, ainda, a Comissão para Gestão da Qualidade e Produtividade e a Comissão de Implantação do Campus II de São Carlos.Foi presidente do Conselho Curador da Fuvest, conselheiro da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Participa do Conselho Curador da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) e da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Mais informações: (11) 3091-3220
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vilao enviou isso há 1 dia
discussãoIEA transmite workshop sobre economia do climaO Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP transmite pela internet o workshop Economia do Clima, que acontece na quarta-feira (17), das 9h30 às 15h15 na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Os interessados podem assitir o evento ao vivo pelo site do IEA.O workshop agrupa diversos especialistas da USP sobre os temas. O físico José Goldemberg falará sobre "Desafios e Oportunidades para a Pesquisa em Mudanças do Clima no Brasil"; o economista Eduardo Haddad, sobre "Economia das Mudanças Climáticas no Brasil"; "Monitoramento da Concentração dos Gases de Efeito Estufa na Atmosfera", será o tema tratado pelo físico Paulo Artaxo e o administrador Jacques Marcovitch falará sobre "Políticas Públicas sobre Mudança do Clima e Relações Internacionais". Para ver o programa completo, com os temas de todas as palestras, acesse o site do IEA.Mais informações: (11) 3091-1685, email ineshita@usp.br, site www.iea.usp.br/economiadoclima
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discussãoIEA transmite workshop sobre economia do climaO Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP transmite pela internet o workshop Economia do Clima, que acontece na quarta-feira (17), das 9h30 às 15h15 na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA). Os interessados podem assitir o evento ao vivo pelo site do IEA.O workshop agrupa diversos especialistas da USP sobre os temas. O físico José Goldemberg falará sobre "Desafios e Oportunidades para a Pesquisa em Mudanças do Clima no Brasil"; o economista Eduardo Haddad, sobre "Economia das Mudanças Climáticas no Brasil"; "Monitoramento da Concentração dos Gases de Efeito Estufa na Atmosfera", será o tema tratado pelo físico Paulo Artaxo e o administrador Jacques Marcovitch falará sobre "Políticas Públicas sobre Mudança do Clima e Relações Internacionais". Para ver o programa completo, com os temas de todas as palestras, acesse o site do IEA.Mais informações: (11) 3091-1685, email ineshita@usp.br, site www.iea.usp.br/economiadoclima
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mulherHC inaugura novo ambulatório ginecológicoO Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) inaugurou um moderno ambulatório ginecológico para atendimento de consultas, exames e pequenos procedimentos cirúrgicos.O ambulatório conta com salas mais amplas para a realização de exames e de pequenos procedimentos e áreas específicas para a assistência psicológica, enfermagem e serviço social. O sistema de senha agilizará o atendimento. As obras foram realizadas em nove meses e exigiram recursos de RS 1,04 milhão, liberados pelo Governo do Estado ao Hospital das Clínicas.As novas instalações irão proporcionar melhor atendimento as 250 pacientes, a maioria com doenças de alto risco, que passam diariamente pelo local. São 5.000 mil atendimentos/mês, com hora marcada, de mulheres provenientes da Capital, cidades do interior e outros estados, cujas moléstias exigem atendimento médico terciário, com recursos e equipamentos especiais.Em 2009, a Clínica Ginecológica do HC contabilizou 53,4 mil consultas, 114,2 mil exames laboratoriais e 20,7 mil exames de imagem. A clínica atende de 2ª a 6ª feira, das 8 às 18 horas no 5º andar do Prédio dos Ambulatórios. A marcação de consulta é feita pelos Ambulatórios de Especialidades da Secretaria de Estado da Saúde.Com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto Central do HCMais informações: (11) 3069-7879/ 3069-6246
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vilao enviou isso há 1 dia
vestibularFuvest divulga relação de aprovados na quarta chamadaA Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou nessa sexta-feira (12) a quarta chamada com os aprovados no vestibular, que seleciona alunos para a USP e a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.Confira a relação aqui.As matrículas devem ser feitas na segunda-feira (15). Mais informações: (11) 3093-2300
SOSVIP
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Pensamentos e Provérbios – Paulo Freire *153
SOSVIP
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Pensamentos e Provérbios – Nietzshe *154
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vilao enviou isso há 2 dias
biociênciasIB tem ciclo de palestras sobre as plantasO Instituto de Biociências (IB) da USP realiza o ciclo de palestras gratuito O que mais podemos saber sobre as plantas, durante as quartas-feiras deste primeiro semestre.As palestras têm o objetivo de introduzir aos interessados assuntos de biologia vegetal, importância ecológica e econômica das plantas. Entre os temas estão “Dinossauros, Egípcios e Biocombustíveis”, “Plantas raras e endêmicas”,”Frutos brasileiros: ilustres desconhecidos”, “Caminhada em trilhas na natureza na terceira idade” e “Como as plantas fazem sexo”.As palestras fazem parte do Programa Universidade Aberta à Terceira Idade e são abertas a todos os interessados. Acontecem às quartas-feiras, até 7 de julho, das 19 às 20h30. Quase todas as aulas acontecem no Auditório III do Edifício Felix Rawitscher, do IB, localizado na Rua do Matão, 277, Cidade Universitária, São Paulo.O cronograma completo pode ser visto clicando aqui.Inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 3091-7558, 3091-7538, email edugarcia@ib.usp.br, frandeniz@ib.usp.br.Mais informações: (11) 3091-7949, (11) 3091-7542, site www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Ciclo-Palestras-2010-1-sem.pdf.
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biociênciasIB tem ciclo de palestras sobre as plantasO Instituto de Biociências (IB) da USP realiza o ciclo de palestras gratuito O que mais podemos saber sobre as plantas, durante as quartas-feiras deste primeiro semestre.As palestras têm o objetivo de introduzir aos interessados assuntos de biologia vegetal, importância ecológica e econômica das plantas. Entre os temas estão “Dinossauros, Egípcios e Biocombustíveis”, “Plantas raras e endêmicas”,”Frutos brasileiros: ilustres desconhecidos”, “Caminhada em trilhas na natureza na terceira idade” e “Como as plantas fazem sexo”.As palestras fazem parte do Programa Universidade Aberta à Terceira Idade e são abertas a todos os interessados. Acontecem às quartas-feiras, até 7 de julho, das 19 às 20h30. Quase todas as aulas acontecem no Auditório III do Edifício Felix Rawitscher, do IB, localizado na Rua do Matão, 277, Cidade Universitária, São Paulo.O cronograma completo pode ser visto clicando aqui.Inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 3091-7558, 3091-7538, email edugarcia@ib.usp.br, frandeniz@ib.usp.br.Mais informações: (11) 3091-7949, (11) 3091-7542, site www.usp.br/agen/wp-content/uploads/Ciclo-Palestras-2010-1-sem.pdf.
jardeldp
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O maior site de educação tecnologica do Brasil. Possuimos uma lista com varios sites de ensino gratis, video aulas, apostilas, empregos e muito mais
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vilao enviou isso há 2 dias
músicaCoral Yapapá, da FCF, recebe inscrições para novos integrantesO coral Yapapá, que se reúne  na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, procura novos membros.  Qualquer interessado pode aparecer nos ensaios abertos e depois dos ensaios fazer os testes de classificação da voz. Não é necessário saber ler partitura ou cantar bem. Os ensaios acontecem às terças e quintas-feiras, das 12h15 às 13h45.O coral foi criado em 1996 com o objetivo de, na hora do almoço, reunir alunos, funcionários e professores em uma atividade musical. Hoje conta com a participação de pessoas de outras unidades da USP e a comunidade externa. O coral canta em vários encontros de corais e realiza no final do ano o Encontro Yapapá de Corais, no Anfiteatro Camargo Guarnieri da USP.Os ensaios acontecem no bloco 13 A da FCF -Av. Prof. Lineu Prestes, 580, Cidade Universitária, São Paulo.Mais informações: (11) 8464-8463, com a regente Lucymara Apostólico
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vilao enviou isso há 2 dias
agronegócioEsalq lança novo número da coleção Produtor Rural"Boas práticas para manipuladores de pescado: o pescado e o uso do frio" é o tema do exemplar recentemente lançado pela série Produtor Rural, editada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP em Piracicaba.A edição aborda o que são doenças transmitidas por alimentos (DTA), aspectos de higiene de produção como cuidados com a água e como deve ser o local de preparo dos alimentos.Em um dos capítulos, que trata dos procedimentos iniciais ligados à manutenção da qualidade da matéria prima e higiene na manipulação do pescado, é mostrada uma seqüência didática das etapas de controle da qualidade. São textos e imagens que ilustram desde a necessidade do tratamento de bordo e desembarque do produto, os cuidados com a conservação no armazenamento, expedição e transporte, trazendo inclusive dicas de exposição na área de venda.A edição também lista uma série de itens que precisam ser observador pelos consumidores nas peixarias. A quantidade de gelo para a refrigeração, temperatura ideal, embalagens com o selo do Sistema de Inspeção Federal (SIF) e características organolépticas devem ser verificadas no ato da compra.O exemplar da coleção pode ser adquirido na biblioteca da Esalq ou por envio postal. Outros títulos já publicados podem ser obtidos pelo telefone (19) 3429-4140 – ramal 210, email bibpubli@esalq.usp.br ou site www.esalq.usp.br/biblioteca.Com informações da Assessoria de Comunicação da EsalqMais informações: (19) 3429.4140 – ramal 210, email bibpubli@esalq.usp.br site www.esalq.usp.br/biblioteca
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vilao enviou isso há 2 dias
comunicaçãoNovo dicionário de Libras almeja inclusão da população surda  De olho na inclusão dos quase 6 milhões de brasileiros surdos ou com deficiência auditiva, a Editora da USP (Edusp) lançou recentemente o Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em linguística e neurociências cognitivas. O livro foi organizado pelo professor Fernando César Capovilla, do Instituto de Psicologia (IP) da USP , em parceria com as pesquisadoras Walkiria Duarte Raphael e Aline Maurício. O novo dicionário apresenta o dobro de sinais em relação à versão anterior, lançada em 2001 também pelo grupo encabeçado por Capovilla: são 14 mil verbetes em português que correspondem aos 9.828 sinais de Libras e 56 mil verbetes em inglês, correspondentes aos verbetes em português. A obra também apresenta a classificação gramatical dos verbetes, descrição escrita da forma e do significado dos sinais, exemplos de uso e ilustrações gráficas dos verbetes. Os leitores ainda podem contar com a ajuda de um índice semântico que agrupa os verbetes em temas. Um paradigma de linguísticaOs primeiros dicionários de língua de sinais representavam os sinais como se fossem gestos, mímica e pantomima. Para os linguistas, como a relação significante-significado era clara demais, os sinais se prendiam ao concreto, impedindo abstração. Portanto, por exemplo, para o linguista suíço Ferdinand de Saussure e o filósofo alemão Immanuel Kant os sinais não constituiriam língua propriamente dita, mas apenas um sistema gestual de comunicação que prenderia seus usuários ao concreto. O pai da Psicologia Experimental, Wilhelm Wundt, já concebia a comunicação dos surdos como sendo linguística, e os surdos como um povo com cultura e língua próprias. O primeiro linguista a propor que as línguas de sinais são, de fato, língua, foi William Stokoe, da Universidade Gallaudet, em 1960. Em 1965, ele publicou An American Sign Language Dictionary based on Linguistic Principles, dicionário que foi instrumental para o reconhecimento das línguas de sinais como línguas inteiras, propriamente ditas. Contudo, esse dicionário, assim como os demais que se seguiram, ignorava o teor gestual dos antigos dicionários (o qual apelava para o hemisfério direito), e se atinha apenas ao teor quirêmico (de formas de mão). O novo dicionário publicado pela Edusp propõe uma revolução ao conciliar as duas abordagens: a pictorial, gestual, mímica, pantomímica dos primeiros dicionários dos surdos, e a linguístico-quirêmica dos dicionários dos linguistas. Também descreve a forma dos sinais, tanto em termos de sua anatomia (sua estrutura quirêmica em termos de formas de mão, orientações de palma, movimento) quanto em termos de sua filogenia (sua origem, em termos de como o significado inspira e motiva a forma)."É um marco histórico de valor inestimável para a educação brasileira, a cultura brasileira, a cidadania brasileira. Agora, uma população de cerca de 6 milhões de surdos e deficientes auditivos deixará definitivamente de ficar à margem da educação e cultura, mas poderá enriquecer a educação e a cultura brasileiras como um todo com seu idioma próprio e sua cultura própria", comemora o professor Fernando César Capovilla.HistóricoA publicação é fruto de um trabalho de mais de 20 anos com mais de 200 colaboradores, entre informantes surdos de todo o país, intérpretes ouvintes, mestrandos e doutorandos, ilustradores de sinais e de significado, e revisores. "Tudo começou em 1989, quando começamos a trabalhar com pessoas com severos distúrbios de comunicação e linguagem expressiva, tanto de origem motora (paralisia cerebral) quanto linguística (afasia). Desenvolvemos dezenas de sistemas computadorizados de comunicação alternativa, falantes e com tela sensível ao toque e/ou acionáveis por movimentação do corpo ou piscar", conta Capovilla. Esses sistemas foram usados na reabilitação clínica de afasias e na comunicação para inclusão escolar de crianças com paralisia cerebral e, posteriormente, para alfabetização dessas crianças. "Pudemos substituir comunicação alternativa por meio da escolha de pictogramas falantes pela comunicação por escrita alfabética assistida por computador e falante com voz digitalizada e, depois, sintetizada."No início dos anos 1990, o grupo liderado por Capovilla foi procurado pela família de um surdo que se comunicava por língua de sinais, mas que, devido a uma lesão cervical, tinha se tornado tetraplégico. "Pensamos que seria simples: bastava digitalizar os sinais da Libras e as palavras faladas correspondentes e, então, um surdo tetraplégico poderia, pelo piscar, acionar um computador e selecionar sinais animados e falantes em sequência de modo a compor mensagens. Essas mensagens poderiam ser faladas, para comunicação face a face entre surdo e ouvinte (ainda que este fosse cego), ou remota por rede, cifrando sinais da Libras para a American Sign Language (Língua de Sinais Americana), de modo que um surdo brasileiro pudesse se comunicar pelo piscar com um surdo americano."Nessa expectativa, Capovilla viajou ao Canadá, de onde trouxe o melhor dicionário disponível de American Sign Language. De volta ao Brasil, partiu em busca de um exemplar nacional. "Fiz a via crucis por todas as bibliotecas das principais universidades brasileiras à procura de um dicionário de Libras. Não existia nenhum", conta. Segundo ele, a única exceção eram alguns manuais feitos por religiosos, como o padre norte-americano Eugênio Oates, e um pequeno dicionário pictorial do século XIX elaborado pelo surdo Flausino da Gama. Um dicionário brasileiro A ideia de elaborar um pequeno dicionário foi desestimulada por colegas que diziam que 'era coisa de linguista e que os linguistas já estavam trabalhando num dicionário desde início dos anos 1980'. Cansado de esperar, o grupo liderado por Capovilla começou, então, a fazer um pequeno manual, que foi publicado em 1998. Em 2001, lançaram o Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue (Deit) da Língua de Sinais Brasileira (Libras), primeiro dicionário de Libras feito a partir dos informantes surdos da Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (Feneis), revisado e chancelado pela entidade. Publicado pela Edusp, com apresentação do neurologista Oliver Sacks, ganhou prêmios no Brasil (pela Câmara Brasileira do Livro) e no exterior (Gallaudet University). "Esse primeiro dicionário teve uma importância histórica, e serviu para ajudar a consolidar a Libras como entidade linguística formalmente documentada, o que ajudou a consolidar os direitos civis dos surdos e a viabilizar leis e decretos federais a respeito da Libras e de seu ensino", explica o Professor.A legislação brasileira determina que a Libras deve ser ministrada como disciplina obrigatória em todos os cursos de licenciatura, bem como nos cursos de fonoaudiologia, pedagogia, educação especial, normal e normal superior, além de em todos os demais cursos como disciplina optativa. E pensando na necessidade de dispor de material para o ensino da Libras, em 2004 e 2005 foi publicada a Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira, em 5 volumes, que permite verter o currículo escolar para a Libras. Em 2006, impressionados com o enorme crescimento do léxico da Libras desde a publicação do Deit-Libras em 2001, o grupo começou a trabalhar no dicionário que acaba de ser publicado pela Edusp.   O grupo agora prepara a Nova Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira, e Capovilla prepara um Tratado de Educação de Surdos e um Compêndio de Avaliação do Surdo, que devem ser publicados também pela Edusp. Em tempos de mídias digitais, as novidades não param por aí. "A nova Enciclopédia ou o Tratado deverá ser acompanhado de uma Enciclopédia Eletrônica da Libras", conta o Professor.  ServiçoNOVO DEIT-LIBRAS: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas, 2 vols.Autores: Fernando César Capovilla; Walkiria Duarte Raphael; Aline Cristina L. MauricioPor R$ 220,00. À venda pela Edusp.Mais informações: (11) 3091-4156
vilao
vilao enviou isso há 2 dias
medicinaFMRP inaugura ambulatório de sexualidade femininaO Centro de Saúde Escola (CSE) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP inaugurou na quinta-feira (11) o Ambulatório de Sexualidade Feminina, que presta consultas e orientações sobre problemas sexuais pelo Sistema Único de Saúde (SUS).O ambulatório se destina a prestar assistência, prevenção e pesquisas dos transtornos da sexualidade como a falta de desejo sexual ou prazer sexual. O serviço contará com uma equipe multidisciplinar composta por médicos residentes, psicóloga, fisioterapeuta e estudantes do sexto ano de medicina.No CSE, já existe o atendimento em Ginecologia Geral, Doenças Sexualmente Transmissíveis e Climatério. O funcionamento do Centro é uma parceria entre a FMRP e a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto.O serviço funcionará  todas às quintas-feiras das 8 às 12 horas. Diante disso, as mulheres que pertencem a Distrital Oeste e almejam fazer o tratamento ou até mesmo receber uma orientação, devem ir ao local para marcar o atendimento. Já as pacientes de outros bairros devem ser encaminhadas pelo posto de saúde mais próximo.O CSE fica na Rua Cuiabá, 601, Sumarezinho, Ribeirão Preto.Mais informações: (16) 3633-2331, email centrodesexualidade@gmail.com
selback
selback enviou isso há 2 dias
Como sou fã do Bernardinho não poderia deixar de ler o seu livro “Cartas a Um Jovem Atleta” (na verdade já li os 2 livros dele mas num post futuro, escrevo sobre o outro). Não sou comentarista literário (longe beeem longe disso) mas como livros fazem parte das minhas paixões não poderia deixar de comentar.
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DeboraX
DeboraX enviou isso há 2 dias
Para que você possa se inscrever e tirar suas dúvidas, preparamos uma lista com os endereços do Senai no estado do Paraná, segue a lista:

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